Em 2014, menos rótulos e mais carinho…

Quando adolescente meu apelido na família era “azedinha”, por conta da facilidade que eu tinha para perder a paciência. Durante muito tempo este rótulo pautou o meu comportamento. Eu era a “azeda”, mal humorada, reclamona… Esse comportamento já era esperado de mim. O que todos não sabiam é o tanto que eu tinha que me controlar para não perder a paciência sempre, que aquele comportamento explosivo acontecia em um mínimo das vezes, que na maior parte do tempo eu estava me controlando para não explodir, mas de vez em quando não dava, eu perdia as estribeiras, era chamada de “azedinha” e tinha mais uma questão para lidar e exercitar a paciência.

Com o tempo a gente vai amadurecendo, vai entendendo que não podemos jogar todas as nossas questões nos outros, eu consegui inclusive expor estas questões para a minha família… Exercito meu autocontrole todos os dias e descobri que na verdade sou uma pessoa bem calma e que posso expandir bastante os limites da minha paciência.

Toda essa introdução é para falar da responsabilidade que temos que ter antes de rotular uma pessoa – ou um grupo de pessoas – pois nunca sabemos o que este indivíduo está passando, suas questões internas e o quanto aquele rótulo vai repercutir com estas questões. Na linguagem escrita esta responsabilidade é ainda maior, um texto que eu publico hoje aqui no blog vai permanecer publicado, sobreviver à minha experiência, ainda poderá ser lido inclusive se eu mudar de ideia e não pensar mais da mesma maneira… E eu, blogueira, não tenho como saber o que aquela pessoa que está do outro lado da tela está passando, como ela está se sentindo. Meu texto pode ter apenas o intuito de desabafar, de criar uma polêmica, de levantar uma questão… Pode ajudar uma mãe ou ser o empurrãozinho que faltava para ela ir parar no fundo do poço!

Isso não quer dizer que eu precise ficar em cima do muro, que eu não vá me posicionar nas questões que já lidei durante o último ano – aleitamento materno e exclusivo até os seis meses do bebê, criação com apego, disciplina positiva e etc. – quer dizer que pretendo tratar estes assuntos com cada vez mais carinho, sem ataques, sem rótulos, porque como sempre falou a minha mãe “pra criar filho não tem receita de bolo”… A minha forma de criar a minha filha serve para mim e o que faço neste espaço é dividir experiências…

Em 2014, menos rótulos e mais carinho

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Cozinha experimental – Biscoito de beterraba

“Eu e o Diego sempre fomos adeptos da “cozinha experimental”, vamos para o fogão sem medo de errar, misturamos ingredientes, temperos, testamos sabores… Com a chegada da Mônica e a minha saída do trabalho almoçamos juntos em casa todos os dias e estamos com mais tempo para testar novas receitas, com mais tentativas estamos chegando a resultados melhores e descobrindo que uma alimentação mais saudável e variada pode estimular a criatividade tanto quanto desenhar ou tocar um instrumento. Estamos nos divertindo muito com esse processo e – modéstia à parte – vimos que levamos jeito com a coisa. por isso decidi criar a tag ‘cozinha experimental’ aqui no blog onde vou compartilhar nossas receitas bem sucedidas.

Os pratos não necessariamente serão sucesso com as crianças, mas certamente são sucesso com os pais e podem ser opções para dar uma variada no cardápio. Lembrando que não somos nutricionistas nem culinaristas, portanto não saberemos precisar valores nutricionais das receitas que serão divulgadas aqui. Ainda assim esperamos que aproveitem, testem e tragam um feedback dos nossos pratos!”

A receita dessa semana é:

Biscoito de beterraba

Um dos primeiros eletrodomésticos que compramos para nossa casa quando viemos morar sozinhos foi uma daquelas centrífugas para fazer suco. Eu e o Diego imaginávamos que íamos usar muito, mas acabou que o negócio é um trambolho, difícil de lavar e desperdiça uma parte considerável das frutas. Acabamos usando então só quando queremos fazer um suco de beterraba ou de cenoura e sempre inventamos receitas para usar o bagaço que sobra. Já fizemos pão, bolo, patê e a última invenção foram biscoitos, bem fáceis e suuuper saborosos!

Ingredientes:

  • 4 beterrabas centrifugadas (você vai usar o bagaço, que fica dentro da centrífuga o suco dá pra misturar com limão ou laranja que fica delícia!)

    Esta é a parte da beterraba que vai ser usada na receita.

    Esta é a parte da beterraba que vai ser usada na receita.

  • 1/2 xícara de farinha de trigo (eu isei a integral, mas pode ser a branca)
  • 1/2 xícara de aveia em flocos (dá pra perceber que eu sou a louca da aveia né?)
  • 100gr  de manteiga gelada
  • Baunilha e canela à gosto (opcional)

Modo de fazer:

  • Misture os ingredientes todos (se ver que precisa de mais farinha vá acrescentando aos poucos, uma colherada de cada vez) até ficar uma massa homogênea.

    A massa fica com essa cara!

    A massa fica com essa cara!

  • Disponha em uma forma forrada com papel manteiga e leve ao forno pré-aquecido a 180° por cerca de 20 minutos.
Cortei em formato de coração... <3

Cortei em formato de coração… ❤

Dica:

  • Não dá pra ver o biscoito ‘dourando’ pois a massa fica roxa (uma cor linda por sinal), então vá cuidando e provando para ele não queimar! Quando estiver sequinho e crocante é hora de tirar do forno. Na dúvida não passe de 25 minutos, se achar que ainda não está pronto deixe eles quietinhos no forno desligado…

Como a beterraba é docinha o biscoito não leva açúcar, fica muito gostoso. Ah! Se conseguir esperar eles ficam mais saborosos depois de frios, o gostinho da beterraba se intensifica… Esqueci de tirar fotos deles depois de prontos, mas ficam com uma cor bem interessante, roxinhos por fora e mais alaranjados por dentro… Vale a pena testar! A receita rendeu cerca de 40 biscoitos (que duraram nada aqui em casa! =P)

Cozinha experimental – Pudim gelado de iogurte e manga

“Eu e o Diego sempre fomos adeptos da “cozinha experimental”, vamos para o fogão sem medo de errar, misturamos ingredientes, temperos, testamos sabores… Com a chegada da Mônica e a minha saída do trabalho almoçamos juntos em casa todos os dias e estamos com mais tempo para testar novas receitas, com mais tentativas estamos chegando a resultados melhores e descobrindo que uma alimentação mais saudável e variada pode estimular a criatividade tanto quanto desenhar ou tocar um instrumento. Estamos nos divertindo muito com esse processo e – modéstia à parte – vimos que levamos jeito com a coisa. por isso decidi criar a tag ‘cozinha experimental’ aqui no blog onde vou compartilhar nossas receitas bem sucedidas.

Os pratos não necessariamente serão sucesso com as crianças, mas certamente são sucesso com os pais e podem ser opções para dar uma variada no cardápio. Lembrando que não somos nutricionistas nem culinaristas, portanto não saberemos precisar valores nutricionais das receitas que serão divulgadas aqui. Ainda assim esperamos que aproveitem, testem e tragam um feedback dos nossos pratos!”

A receita dessa semana é:

Pudim gelado de iogurte e manga

Quase não deu tempo de postar receita esta semana, mas com o natal chegando eu não podia deixar de dar minha sugestão de sobremesa leve, deliciosa e sem nadica de açúcar… Feliz Natal!

Agora com foto, que a panaca tinha esquecido…

 

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Ingredientes

1 manga bem madura

1 copo e meio de iogurte natural

1/2 copo de suco de laranja

1 pacote de gelatina sem sabor

Damascos e raminhos de hortelã para decorar

Modo de preparar

Hidrate a gelatina conforme as instruções da embalagem, bata todos os ingredientes (inclusive a gelatina ^^) no liquidificador até ficar homogêneo. Despeje o creme em uma forma e leve à geladeira por 3 horas.

Dica:

Para desenformar coloque a forma em uma bacia com água quente para ajudar a soltar o pudim (eu fiz em uma forma de silicone e deu certo assim, mas não sei se em formas de teflon ou de vidro isso funciona, então vale fazer um teste antes de apresentar a sobremesa para as visitas…)

Se ficar com medo de tirar da forma e destruir o visual é só fazer em um refratário bonitinho e chamar de mousse que ele atende!

Como a maternidade me ensinou a plantar

Eu sempre adorei plantas, acho que é porque meus pais sempre tiveram muitas folhagens em casa… Sempre quis ter um bonsai, uma horta de temperos, uma samambaia… Por conta dessa vontade já promovi o assassinato de muitos pobres vegetais que caíram em minhas mãos. Eu achava que fazia tudo certinho, nem água de mais, nem água de menos, um local iluminado…

Quando a Mônica nasceu meu pai me deu uma samambaia, pois é uma planta que precisa de pouca manutenção e uma plantinha chamada dólar – praticamente uma praga que sobrevive a quase qualquer condição – e desde então elas estão aqui em casa firmes e fortes… Então, há cerca de dois meses, trouxe uma mudinha de manjericão da casa da minha sogra. A espécie está dentre as que eu já matei tentando cultivar e por isso decidi ler mais sobre ela, fui atrás, plantei e o pézinho vingou! Pesquisei mais um pouco sobre outras plantas, descobri adubos, necessidades de sol variadas, quais gostam de mais água, quais gostam de menos…

A samambaia.

A samambaia.

E passados quase dois meses, minha casa que contava com quase nada de espécies vegetais hoje abriga dois pés de manjericão, um de hortelã, dez mudinhas de tomate, quatro de pimentão, alguns brotinhos de bergamota, um de uva, quatro dentes de alho e uma orquídea – além da samambaia e do dólar, já citados.

 

 

Mas o que isto tem a ver com maternar? Bem… Olhando para minhas plantas – vivas e fortes – percebo que essa coisa de criação com apego não afetou somente a forma como eu crio minha filha, alterou também a maneira como eu vejo o mundo… Fui atrás de ver o que minhas plantas precisavam para crescer, mas além disso, tratei de observá-las para entender o que elas estavam me pedindo. Entendi que sob diferentes condições a mesma planta tem diferentes necessidades – o pé de manjericão que está na minha área de serviço é regado a cada dois ou três dias, enquanto o que está na janela da minha sala, sob o sol forte, recebe duas regas diárias – que algumas gostam, de mais luz, outras de menos. Que um hortelã precisa de um vaso grande só para ele, que o tomate é delicado e sensível à fungos, que falta de adubo mata e o excesso também…Essa coisa de ser mãe está me ensinando a prestar mais atenção e enquanto vejo minhas plantas crescerem, cada uma com suas particularidades e necessidades únicas penso em como minha filha está crescendo, também me dando sinais de suas necessidades e do que precisa para florescer plenamente! A maternidade me trouxe um olhar mais apurado e assim, se já não bastasse toda a felicidade que me traz, me ensinou também a plantar!

Cozinha experimental -Bolo integral com ameixa e iogurte – fofinho e sem farinha branca!

“Eu e o Diego sempre fomos adeptos da “cozinha experimental”, vamos para o fogão sem medo de errar, misturamos ingredientes, temperos, testamos sabores… Com a chegada da Mônica e a minha saída do trabalho almoçamos juntos em casa todos os dias e estamos com mais tempo para testar novas receitas, com mais tentativas estamos chegando a resultados melhores e descobrindo que uma alimentação mais saudável e variada pode estimular a criatividade tanto quanto desenhar ou tocar um instrumento. Estamos nos divertindo muito com esse processo e – modéstia à parte – vimos que levamos jeito com a coisa. por isso decidi criar a tag ‘cozinha experimental’ aqui no blog onde vou compartilhar nossas receitas bem sucedidas.

Os pratos não necessariamente serão sucesso com as crianças, mas certamente são sucesso com os pais e podem ser opções para dar uma variada no cardápio. Lembrando que não somos nutricionistas nem culinaristas, portanto não saberemos precisar valores nutricionais das receitas que serão divulgadas aqui. Ainda assim esperamos que aproveitem, testem e tragam um feedback dos nossos pratos!”

A receita dessa semana é:

Bolo integral com ameixa e iogurte
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Se você já usa farinha integral na sua cozinha já deve ter percebido que ela é mais “pesada” e que fazer um bolo com ela não é das tarefas mais fáceis, ele sempre fica ‘solado’. A solução que a maioria das pessoas encontra é mesclar a farinha branca com a integral na receita, mas euzinha não me conformava com isso! Foi então que resolvi usar as dicas da vovó para fazer um bolo fofinho e consegui chegar a esta receita que resultou em um bolo de massa leve, fofinha e sem farinha branca! O segredo está no modo de preparo…

Ingredientes:

1 xícara de açúcar mascavo

3 ovos

2 xícaras de farinha integral

1/2 copo de iogurte natural

1/2 xícara de água

16 ameixas pretas sem caroço

1 colher de fermento químico

Modo de fazer

cubra  metade das ameixas com água e deixe ferver,  faça um purê com elas (bata no mixer ou no liquidificador com um pouquinho da água da fervura. O restante da água você pode tomar como chá, fica ótimo!) Reserve esse purezinho.

Bata as gemas com o açúcar até ficar um creminho bem fofo cor de café com leite. Adicione a farinha, o iogurte, o purê de ameixas e a água formando uma massa bem homogênea. Acrescente o fermento e a outra metade das ameixas, misture bem e por último adicione as claras batidas em neve, misturando-as suavemente para que as bolhas de ar não desmanchem.

Coloque em uma forma untada e enfarinhada – eu usei uma de furo no meio, mas não precisa ser esta – e leve ao forno pré aquecido a 180° por cerca de uma hora.

Delicie-se!

Ps.: Aqui em casa o bebê ainda não come a maioria dos doces, bolos e afins, estamos segurando grande parte dessas coisas até um ano, portanto a degustação ficou por conta dos adultos. A aprovação foi total!

10 meses – Bebê engatinhando!

Foi um caminho longo até aqui, começou do sexto para o sétimo mês, quando a Mônica adquiriu sua primeira habilidade de locomoção, nessa é poca ela “embundinhava”, um movimento fofíssimo que consistia em pular sobre a fralda. Dessa maneira ela percorria imensas distâncias, indo até o meio da sala buscar seus brinquedinhos…

Após cerca de um mês praticando seu movimento fraldilíneo uniforme a pequena passou a se atirar para a frente em busca dos brinquedos. Com as perninhas cruzadas (a famosa ‘perna de índio’) ela se atirava para a frente e voltava. Desse esforço ela percebeu que poderia se jogar inteira no chão, esticando as pernas para trás para poder se espichar e pegar seus bichinhos de forma mais efetiva. Demorou mais de um mês para ela aprender a retornar dessa posição ‘estatelada no chão’ para a posição sentada, isso aconteceu há pouco mais de uma semana, quando ela começou a encolher as perninhas para trás e sentar sobre elas novamente. Foi com esse movimento que ela finalmente aprendeu a se apoiar nos joelhos e, ontem, aos 10 meses e 5 dias, disparou a engatinhar pela casa!

Nesse período de quase quatro meses adquirindo novas habilidades de locomoção passamos por alguns momentos complicados. Os ataques de fúria do bebê cada vez que ela ‘emapacava’ e não conseguia nem voltar nem seguir em frente (e também não aceitava a nossa ajuda). A insegurança minha e do Diego – será que não devíamos estar estimulando mais essa criança? Será que não estamos criando uma preguiçosa por ajudá-la sempre que ela chora? Mas sempre nos apoiamos na nossa convicção de que quando estivesse pronta ela iria engatinhar e juntos decidimos que não iríamos interferir neste processo. Ficamos sempre junto para ajudá-la, mas sem exercícios diários em bola de pilates, sem tempo certo para ficar de barriga para baixo, sem empurrar para ela entender que é para ir pra frente… E assim, naturalmente ela chegou a mais este marco, sem pressa e sem pressão, pois ela só vai ser bebê uma vez e pra mim está passando mais rápido do que eu gostaria!

Cozinha experimental – Bolinho de arroz de forno

“Eu e o Diego sempre fomos adeptos da “cozinha experimental”, vamos para o fogão sem medo de errar, misturamos ingredientes, temperos, testamos sabores… Com a chegada da Mônica e a minha saída do trabalho almoçamos juntos em casa todos os dias e estamos com mais tempo para testar novas receitas, com mais tentativas estamos chegando a resultados melhores e descobrindo que uma alimentação mais saudável e variada pode estimular a criatividade tanto quanto desenhar ou tocar um instrumento. Estamos nos divertindo muito com esse processo e – modéstia à parte – vimos que levamos jeito com a coisa. por isso decidi criar a tag ‘cozinha experimental’ aqui no blog onde vou compartilhar nossas receitas bem sucedidas.

Os pratos não necessariamente serão sucesso com as crianças, mas certamente são sucesso com os pais e podem ser opções para dar uma variada no cardápio. Lembrando que não somos nutricionistas nem culinaristas, portanto não saberemos precisar valores nutricionais das receitas que serão divulgadas aqui. Ainda assim esperamos que aproveitem, testem e tragam um feedback dos nossos pratos!”

A receita dessa semana é:

Bolinho de arroz de forno:

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Eu adoro bolinho de arroz, mas ODEIO fritura! E não é só por conta da saúde, é porque faz muita sujeira, vai um caminhão de óleo e deixa a casa cheirando por dias! Por isso aqui em casa começamos a experimentar fazer bolinhos de arroz no forno, tentamos de várias maneiras até chegar à esta receita que fica ótima!

Ingredientes

2 xícaras de arroz pronto (aproximadamente, na prática é o que tiver de sobra de arroz na geladeira)

1 ovo batido

1 colher de sopa de tempero base de cebola (receita aqui)

1/2 xícara de aveia em flocos

sal e pimenta à gosto

Preparo

junte todos os ingredientes em um recipiente grande. Disponha pequenas porções (você pode usar duas colheres de sopa para ajudar a moldar os bolinhos) em uma assadeira antiaderente, leve ao forno à 180° por 15 minutos ou até dourar. Coma ainda quentinho e delicie-se!

Dicas

A ‘massa’ tem que ficar molhadinha, mas permitir que o bolinho não se desmanche na forma. Se você achar que ela ficou muito molhada pode acrescentar uma colher de sopa de farinha de trigo, se achar que ficou muito seca acrescente mais tempero de cebola.

Você pode trocar o tempero por uma cebola bem picadinha, mas não dá o mesmo efeito…

Aqui em casa eu faço os bolinhos com cortadores de biscoito, encho eles com uma colher e puxo, os bolinhos ficam em formato de círculo, coração, estrelinha…

Eu congelei o que sobrou e ficou bem aceitável depois de descongelado, mas o bom mesmo é comer quentinho e na hora.

Sinceramente acho mais gostoso o bolinho assado do que o frito. Ele fica mais sequinho e crocante, além de ser bem mais prático. Espero que gostem!